sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

CAPÍTULO DOIS


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Eduarda reagiu instintivamente, segurando a garota que, do nada, desfaleceu à sua frente, evitando que ela tombasse ao chão.

- Os sais! Tragam os sais!

Ivone gritou, no meio da alvoroçada movimentação que se formou, obrigando Eduarda a ordenar, enquanto se abaixava, ainda com a outra desmaiada nos braços: 

- Abram espaço, deixem-na respirar.

Todos recuaram. Temiam a patroa, o suficiente para nunca contrariá-la. Somente uma criada franzina recém-contratada - cujo nome Eduarda ignorava - ousou ultrapassar o círculo formado ao redor delas pelos demais. Rapidamente. Apenas para entregar o vidrinho de sais aromáticos. Providencial para a maioria das mulheres. De um ridículo patético na opinião de Eduarda, que não era, nunca havia sido, nem jamais seria o tipo de mulher que desmaia.

Enquanto a governanta o destapava e aproximava o frasco do nariz da garota inconsciente - que reagiu de imediato, mas foi voltando lentamente a si – Eduarda aproveitou para analisar a tutelada. 

Maria Lúcia de Almeida Bastos. Não a conhecia. Nem pretendia. Na verdade esperava manter com a garota uma relação inteiramente cordial, sem grandes aborrecimentos ou preocupações, durante os três anos que faltavam para que ela atingisse a maioridade e pudesse tomar posse de sua herança. Até lá, cabia a ela, Eduarda, administrar todos os bens – tanto materiais quanto imateriais – da garota. Devia isso ao pai dela. O padrinho que, mais do que seu tutor dos 16 aos 21 anos, havia assumido o papel de seu segundo pai. 

Qualquer outro a impediria de continuar estudando e a obrigaria a casar-se assim que terminasse o colegial. Principalmente porque o noivo em questão era o filho dele. 

A fusão das fortunas dos dois grandes amigos e netos em comum. Era a isso que se destinava a união, sonhada e planejada antes mesmo que Eduarda e Luiz Octávio fossem gerados. 

Contrário ao esperado, o padrinho havia acatado e apoiado sua decisão de não casar-se. Ao invés disso, Eduarda havia terminado a faculdade, cuja conclusão lhe possibilitara gerir sozinha seus negócios e a própria vida. Ter independência e auto suficiência em um mundo que julgava que o simples fato de ser mulher já a tornava frágil, incompleta e incapaz. 

E ainda assim, a despeito de tudo que havia alcançado e concretizado, era constantemente questionada. Sobre “a parte dela que não estava realizada”. Momentos em que ria, brincava e disfarçava:

- Sou uma solteirona convicta.

Plenamente consciente de que o que faltava, o que a deixaria realizada e realmente completa era algo impensável, inconfessável, inviável.  Pois não envolvia - como aqueles que a cercavam supunham - nem marido nem filhos.

Sabia desde muito cedo. Na época do colégio interno, logo após a morte dos pais. Tinha sido iniciada nos prazeres entre duas mulheres pela professora que mais admirava. Em cima da mesa dela, imersa num misto de culpa, excitação e ardor que a deixou bastante assustada, mas que não a impediu de atingir seu primeiro êxtase... Gemendo e ofegando sem nem perceber:

- Ai, irmã... 

Arrepiando-se inteira quando a freira colou a boca em seu ouvido e, num tom deliciosamente íntimo e rouco, soprou:

- Pode me chamar de Heloísa.



A voz da garota que continuava em seus braços trouxe Eduarda de volta à realidade:

- Eu... O quê... ? Onde eu...?

Ela piscou antes de abrir os olhos e deparar-se com os de Eduarda fixos nos dela. Só então pareceu se lembrar:

- Eu... Desmaiei?

Tentou se sentar, mas só serviu para fazer com que tonteasse de novo. 

- Calma. Devagar.

Os olhares voltaram a se encontrar...



Mas ao contrário do que Nora esperava, a outra não a reconheceu. 

- Maria Lúcia, você está bem?

Sentiu-se... Estranhamente decepcionada. Magoada e... Colocada em seu devido lugar. 

Uma sombra invisível, um nada.

Apenas mais uma serviçal.



Havia alguma coisa familiar na garota, mas Eduarda não foi capaz de definir com exatidão o quê. Alguma lembrança das vezes que a tinha visto quando ainda era criança, sem que jamais tivesse prestado muita atenção ou talvez... Enxergasse nela... Algo de si mesma. 


- Está se sentindo melhor? Consegue levantar?

O tom inequivocamente preocupado que Eduarda usou, aliado à percepção de que continuava sentada no chão, entre os braços dela, fez Nora ruborizar. Absolutamente envergonhada, abaixou a cabeça, fugindo do olhar que tanto a transtornava:

- Sim, eu já estou bem.

Mas a voz saiu fraca demais para que Eduarda acreditasse:

- Vou ajudá-la.

Soou muito mais como uma ordem do que como uma gentileza. Por isso Nora apressou-se em recusar:

- Não é necessário. Obrigada.

Eduarda não a soltou, nem se afastou. Muito pelo contrário:

- Deixe de bobagem.

Rispidez que estava apenas na voz dela. As mãos que seguravam Nora eram firmes, mas macias. Delicadas, suaves, quase aveludadas.



Após acomodá-la em uma das poltronas do escritório, Eduarda perguntou:

- Deseja alguma coisa? Algo para beber? Ou para comer, quem sabe?

Nora pousou as mãos nos joelhos, de um jeito que para ela, parecia afetado. Na verdade, uma cópia fiel da polidez formal com que já tinha visto Maria Lúcia e as outras colegas bem educadas se portarem:

- Não, muito obrigada.

Eduarda observou com atenção a garota sentada com as pernas juntas um pouco de lado numa diagonal, as luvas impecavelmente alvas pousadas com delicadeza sobre o colo, ao invés de estar confortavelmente instalada...

“Frívola.”

Foi sua avaliação final.

- Está se sentindo bem o bastante para conversar? 

A impaciência e a força na voz dela:

- Eu estou perfeitamente bem. Você pode falar.

Fizeram Eduarda rever seu julgamento apressado. 

Pelo visto, por trás da aparência de “bonequinha ingênua, frágil e desamparada” existia... Algo mais.

- Só um instante.

Virou-se, caminhou até a porta e a fechou, para que pudessem ter mais privacidade. 

- Para evitar qualquer equívoco, prefiro lhe explicar tudo. O testamento de seu pai me nomeou sua tutora, isso quer dizer que sou responsável pela administração da sua herança, por você e pelo seu bem estar, até que complete 21 anos. Isto inclui você vir morar aqui, na minha casa. Até por que a única propriedade que seu pai deixou para o seu irmão foi a casa em que vocês viviam. 

A expressão da garota deixou evidente aquilo que Eduarda tão bem conhecia, por experiência. Questionou-a gentilmente, apenas por delicadeza, pois tinha certeza de que, naquele momento, ela deveria estar repleta de dúvidas e questionamentos:

- Gostaria de me perguntar alguma coisa?

Nora pesou internamente se deveria ser tão objetiva quanto ela. Por fim, achou melhor ir direto ao que a estava preocupando. Formulou a principal questão:

- E se eu quiser me casar?

Eduarda lhe lançou um olhar repleto de suspeitas antes de atravessar a sala em direção ao carrinho de bebidas no mais completo silêncio. Serviu-se de Cointreau e só então virou-se para ela:

- Você não pode se casar sem a minha autorização.

Observou atentamente a reação da garota. 

Nora engoliu em seco e, tomada pelo mais profundo pavor pelo futuro da amiga, levantou-se:

- Por que não?

Sem tirar os olhos dela, Eduarda levou o copo à boca e sorveu a bebida com o mesmo prazer com que esclareceu:

- Você é menor de idade. 

Completamente atordoada, Nora deixou-se cair de novo na cadeira, sem o menor resquício da postura elegante de antes. O sangue lhe fugiu das faces e, por um instante, Eduarda pensou que ela fosse desmaiar outra vez.

Ledo engano. Naquela breve fração de tempo, com uma amargura profunda, Nora constatou que, apenas alguns meses mais velha que Maria Lúcia, era menor de idade também. No entanto, fazia anos que era seu próprio amparo e sustento, a única responsável por si mesma. Não tinha nada, não era ninguém. Não valia a pena, nem mesmo para a Lei.

- Eu sou uma mulher, não sou uma criança.

Só percebeu que havia pensado alto depois que o fez. 

O ímpeto que a afirmação continha deixou Eduarda alarmada:

- Está grávida?

Pergunta que levou Nora a pensar em Maria Lúcia... Sozinha com Paulo, certa de que em breve iriam se casar... 

Horrorizou-se:

- É claro que não!

A indignação ultrajada com que a resposta foi proferida tranquilizou e, ao mesmo tempo, divertiu Eduarda:


- Então o casamento pode esperar.

A arrogância dela, a ironia que usou, a superioridade com que a olhou, fizeram com que algo dentro de Nora transbordasse:

- Quem você pensa que é?

Avançou resolutamente, com toda a sua indignação apontada na direção de Eduarda:

- Acha que é melhor do que eu? Como se sentiria estando no meu lugar? Com uma estranha, uma desconhecida querendo da noite para o dia comandar a minha vida, decidindo o que é ou não melhor para mim. 

Agradavelmente admirada e surpreendida, Eduarda a ouviu... Até o fim. Depois ergueu a taça para ela, como quem brinda:

- Bravo!

A princípio, Nora pensou tratar-se de pura ironia. Só percebeu que a mudança repentina era real quando Eduarda sorriu. De uma maneira límpida, claramente despida de zombaria. 

- Você não se parece em nada com o seu irmão.

Os olhos de Eduarda fixaram-se nos dela:

- Até agora você não me perguntou sobre ele, aliás. 

Sem ser capaz de evitar o incômodo que a tomou, Nora se esquivou abaixando um pouco a cabeça. 

Mesmo compreendendo perfeitamente que não era bem vindo, Eduarda não encerrou o assunto. Serviu-se de mais Cointreau enquanto dizia:

- Acredite, eu não a culpo.

Não se tratava de uma insistência fútil. Tinha seus motivos. Fazia anos que o padrinho, cansado do comportamento do filho, notoriamente conhecido por seus excessos com mulheres, bebidas e jogatinas, havia mudado seu testamento, limitando o que este receberia ao mínimo possível e nomeando a afilhada como tutora da filha, a fim de impedir que Luiz Octávio dilapidasse o patrimônio da família.

Eduarda sabia que assim que o ex noivo tomasse ciência disto, retornaria ao Brasil e procuraria Maria Lúcia. Por isso o alívio ao descobrir que a garota não seria nem um pouco receptiva a ele, facilitando assim sua intenção de mantê-la protegida, o mais longe possível do crápula que tinha como irmão.

- Mandei buscar todos os seus pertences na casa do seu pai, depois do almoço já devem estar aqui. Se você precisar de algo, basta comunicar à Ivone. 

Com um aceno de cabeça pesaroso e abatido, que continha todo o pavor de ver-se envolvida em uma trama que se apresentava cada vez mais fechada e indissolúvel, Nora assentiu. 

Aquilo tocou Eduarda profundamente, pois remetia a algo muito íntimo, um abandono que também trazia dentro de si. 

Buscou o que dizer, palavras capazes de minorar o desamparo visível na jovenzinha de olhos assustados, perdidos e tristes à sua frente. Mas não conseguiu. 

Quem quebrou o silêncio foi a garota:

- Estou um pouco cansada, eu gostaria de me retirar.

Não havia na frase nenhuma inverdade. Mais do que cansada, Nora estava... Emocionalmente exausta. 

Eduarda assentiu de imediato:

- Vou pedir que alguém a acompanhe até o seu quarto.

Abriu a porta do escritório e sacudiu um dos pequenos sininhos dourados que serviam para chamar a criadagem sentindo-se desapontada consigo mesma, por não ter tido a sensibilidade de perceber a fadiga da outra. 

Prontamente, uma das mulheres uniformizadas a atendeu. Nora a seguiu, atravessando o gigantesco saguão de entrada, subindo a suntuosa escada e afundando os saltos dos sapatos na maciez dos tapetes que revestiam os corredores intermináveis... 

Mesmo depois que fechou a porta atrás de si e se viu sozinha no quarto, não conseguiu livrar-se da tensão que carregava. Jamais poderia, enquanto aquela farsa perdurasse. 

Aproximou-se da cama de dossel e, sentindo-se uma intrusa, não foi capaz de deitar-se. Acomodou-se na poltrona em frente a janela, sem ousar macular a colcha e os lençóis inestimáveis. Ficou muito tempo assim, imersa em seus temores, antes que, afinal, o cansaço a derrotasse.



Assim que fechou a porta e ficou sozinha no escritório, Eduarda procurou voltar sua atenção para o trabalho. Porém, nem a pilha de papéis em cima de sua escrivaninha, muito menos a urgência das ligações que precisava fazer foram capazes de desviar seu pensamento de Maria Lúcia. A garota era, em muitos sentidos, um enigma que precisava desvendar. Pois se havia algo que não suportava, eram surpresas. Especialmente as que ameaçavam desmanchar a ordem da estrutura que havia cuidadosamente delineado para si. 

Não que a presença da garota, ou melhor, da jovem - foi obrigada a corrigir-se – mudasse o funcionamento de sua vida. Ser tutora era apenas... Mais uma obrigação, mais uma função que exercia. Que dificuldade poderia haver nisso?

O toque do telefone impediu que prosseguisse. 

- Alô?

Reconheceu imediatamente a voz do outro lado:

- Alô... Eduarda? Cheguei ontem na cidade e soube do falecimento de seu padrinho. Eu sinto muito, minha querida.

Permitiu-se suspirar... Com ela podia demonstrar o pesar que estava sentindo:

- Obrigada, Lídia.

Apenas por um instante ínfimo. Pois desde a época do colégio interno, onde haviam se conhecido, Lídia não era adepta de nada que pudesse tirar-lhe a “joie de vivre”. Óbvio que dar pêsames não era a verdadeiro motivo daquela ligação:

- O Gilberto saiu com alguns amigos e eu estou aqui sozinha.

Não era novidade depois do nascimento do terceiro filho, finalmente o tão desejado e esperado menino. Muito menos o papel que ela representava na vida de Lídia. De consolo na ausência do marido:

- Vem almoçar comigo? 

Eduarda voltou a suspirar:

- Eu adoraria, minha querida... Mas, infelizmente, hoje não será possível. 

Tinha um velório no fim do dia e um enterro no dia seguinte. E Lídia sabia perfeitamente disso.

No entanto, ao invés da compreensão esperada e devida, ela mostrou sua contrariedade com um muxoxo perfeitamente audível:

- Ah... Será possível que você não possa deixar suas obrigações de lado um pouquinho?

Pelo tom que usou, Eduarda sabia perfeitamente que ela estava fazendo o biquinho dengoso que diversas vezes já havia se mostrado irresistível:

- Nem por mim?

Foi com um esforço considerável que novamente recusou:

- Minha tutelada chegou há pouco e prefiro não me ausentar ainda.

Mas Lídia não era mulher de se dar tão facilmente por vencida:

- E se eu fosse até aí?

A vontade de vê-la... De tê-la depois de tantos dias... Quase fez Eduarda sucumbir. De bom grado cederia... A tudo que, sem precisar dizer de forma explícita, ela prometia e certamente, cumpriria... Se seu senso de dever, mais forte do que tudo, não a impedisse:

- Sinto muito, eu... Realmente não acho que o momento seja propício.

A terceira negação fez o temperamento forte e voluntarioso de Lídia, que Eduarda tão bem conhecia, finalmente explodir:

- Você é inacreditável, Eduarda! Eu aqui morrendo de saudades e você louca para se livrar de mim...

Mas no fundo do protesto, havia uma súplica, um apelo velado, que afetou Eduarda muito mais intensa e profundamente do que todas as táticas de sedução anteriores:

- Não é isso... E você sabe, meu bem...

A frase soou ardente, lânguida, íntima... Quase como uma carícia... Que fez Lídia derreter-se também:

- Que bom, pois mesmo se você quisesse... Eu jamais permitiria. 



postado originalmente em 31 de Janeiro de 2016 às 18:00.





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38 comentários:

  1. Aiiii que tudo, Eduarda <3
    Só acho que essa casa vai ficar animada de mais rsrsrsrs.
    xiiiiii só não gostei dessa Lídia aí oh ..

    #VamoQueVamos.

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    1. Bruna,
      Vai ficar animadíssima, né? kkk
      #veremos
      bjo suuuuuper mega ultra hiper giga, linda!

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  2. Uauu essa Eduarda é melhor do que eu imaginava. Qt poder, ADOROOO!!! Ansiosa para ler meis

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    1. Ah, pois é, Dayane...
      Super poderosa, hein? Isto pq vc ainda não viu nada... kkk
      bjo suuuuuper ultra mega hiper giga, linda!

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  3. historia incrível...
    Que bom que você voltou pra nós presentear com esse espetáculo de escrita..

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    1. Obrigadíssima!!!
      Tb estou super feliz, viu?
      Estava com saudade de postar na internet!
      bjo suuuuuper hiper giga mega ultra!

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  4. A cada cap, mais me apaixono por essas mulheres, adoro o encanto da década de 40, onde se passa esse romance.
    Nora e Eduarda certamente irão nos fazer suspirar, enfurecer e cair de paixão por elas.
    Sinto Eduarda como a mulher forte e decidida, Nora é um ser em desenvolvimento onde a força se mostra nos pequenos atos.
    Um romance sem duvida arrebatador que Diedra Roiz nos brinda após tanto tempo.
    Valeu Di... Tá mto mais q bom...

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    1. Cabrita,
      Espero que vc não se enfureça muito, viu?
      kkkk
      #medodegauchafacanabotatchê
      Espero que continue gostando!
      Obrigadíssima!!!
      bjo hiper suuuuuper giga mega ultra, linda!

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    2. Tenha medo não, minha escritora amada...
      Tu sabe q minha fúria é rasa... nem gafanhoto ela afoga...

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    3. kkkkkk
      Tá bom... Se tu dizes... ;)

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  5. O enredo adensa-se e as personagens dão-se a conhecer mais...O 2º embate entre Eduarda e Nora foi bom de se ler, Eduarda tentando desvendar Nora, actualizando, com agrado, primeiras impressões e Nora escondendo-se, à primeira impressão, tentando manter a farsa mas ao mesmo tempo deixando transparecer o seu "eu"... Numa ansiosa e curiosa espera do próximo round é como me deixas kkkkk Quero conhecer mais das personagens ... rsrs
    Bjs
    Sandra

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    1. Oi Sandra!
      Tudo bem, linda?
      Esse embate entre Nora e Eduarda não será fácil, né? Ou talvez... Seja! kkk
      #veremos
      Obrigadíssima pelo apoio e carinho de sempre, espero que vc goste desta nova história!
      bjo hiper mega suuuuuper giga ultra, linda!

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  6. Gente...gente.... Essa Eduarda.... Sei não..e essa troca de papéis... Isso não vai prestar....esse irmao, pelo jeito vai voltar e me fazer passar raiva... Prevejo tempos de turbulência ....de sexo e de confusão... E to adorando isso...kkkk

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    1. Ah, pois é, Carol...
      Tem muita coisa pra dar errado, né não?
      Eita!
      #veremos
      A turbulência virá, aguarde! kkkk
      bjo ultra hiper suuuuuper giga mega, linda!

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  7. Parabéns por mais um capítulo maravilhoso Diedra.
    Esta Eduarda soa bem intrigante, mais uma personagem para todas leitoras se apaixonarem, rs
    Sempre tem a preferida, vamos ver como a Nora irá se desenvolver.
    Esperando ansiosamente pelo romance começar. :P

    Aproveitando para tirar uma dúvida, este conto se passa em que ano?

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    1. Estou com a mesma curiosidade, Bruna!

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    2. Oi Bruna!
      Tudo bem, linda?
      Muito, mas muito obrigada mesmoooo!!!
      Confesso que eu me apaixonei pela Eduarda, viu? Se bem que... Pela Nora tb! kkk
      Depois quero saber quem é sua preferida, ainda é cedo pra saber. Se bem que... Essas coisas são imediatas, né não? kkk
      Então... Eu optei em não dizer nem o ano nem a cidade em que se passa, para evitar erros de pesquisa (pois algumas coisas são muito difíceis de saber com exatidão, eu teria que aprofundar muito a pesquisa), mas vc pode pensar que em final dos anos 30 e início dos anos 40.
      bjo hiper suuuuuper ultra giga mega, linda!

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  8. Que capítulo gostoso de se ler! Amando a história, a Eduarda... a Nora. Adoro esse clima de mistério q rola a cada capítulo fazendo c q eu fique ainda mais ansiosa pelo próximo.
    Beijos, Di!!!

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    1. Lorena,
      Que bom!
      Vc acabou de me deixar absolutamente feliz aqui!
      Obrigadíssimaaaaaaaaaaaaa por viajar comigo! kkkk
      Muitas revelações ainda virão, espero que vc goste!
      bjo mega hiper ultra suuuuuper giga, linda!

      Excluir
  9. Di parabéns pelo capítulo como sempre perfeitamente perfeito.kkkk
    Já gostei de cara da Duda.kkk(olha eu já dando nikename a Eduarda.kk) bem decidida e de postura forte.Nora essa vai intrigar e muito a Duda por tudo que já passou e teve que aprender a se virar logo cedo a perssonalidade dela também é bem forte pode se notar pelo jeito que enfrentou e quetionou Duda.Doida pra ler já o próximo capítulokkkk
    Beijos Di e vamos que vamos ao próximo capítulo!!

    Glaucia.

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    1. Obrigadíssima, Gláucia!
      Que bom que vc gostou do capítulo!
      kkk
      Às vezes eu chamo de Duda, mas geralmente de Edu, mais curtinho né? kkk
      A Nora não é a fresquinha mimada que a Edu esperava (aliás, a Maria Lúcia tb não é).
      Vamos ao próximo!
      Espero que vc continue acompanhando e gostando!
      bjo ultra mega ultra suuuuuper giga, linda!

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  10. Eita, já vi que que vai ferver essa história. Personalidades fortes né? Adooooro!Rs
    Nora instigou a Eduarda, esta bem pensou que iria somente ser
    chato ter a tutelada por perto, mas Nora respondeu a altura.
    Só um capítulo por semana não dá, vou adoecer de tanta ansiedade e curiosidade.
    Di, tu arrasa viu.
    Pode ter igual, mas, mais feliz que eu com seu sucesso não existe.
    Muita saúde e inspiração,pois amor sei que já tem. E que amor né?
    E por falar no seu amor, diz pra ela que é muita maldade não nos mostrar
    seus escritos. Eh mulher difícil hein?
    Beijos pras duas. Adoro-las!

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    Respostas
    1. Celinha, sua linda!
      Espero que ferva muito! kkk
      Realmente, personalidades fortes não faltam... Não tem nenhuma submissa, né? ;)
      Agora só faltam 30 cotas, daqui a pouco as postagens passam a ser 2x por semana, viu?
      Amiga querida, obrigadíssimaaaaaaaaaaaaa!!!!
      Desejo o mesmo pra vc e vc sabe! ;)
      Ah, eu já desisti de pedir pra Wind escrever, acho que vcs deveriam fazer uma campanha! Quem sabe funciona? Sabe como é santo de casa... kkk
      bjo muito mais que ultra suuuuuuuuuper hiper mega gigantesco!

      Excluir
  11. Início muito instigante e com promessa de grandes emoções, no mais profundo estilo Diedra Roiz... Muito suspense sobre o destino das personagens, mil perspectivas de caminhos a serem seguidos pelos personagens, tanto os principais quanto os coadjuvantes, ou seja, Pirandello muito ativo... rsrs Já no prólogo podemos notar que a Eduarda é sol no qual os outros personagens irão orbitar, mulher, além do seu tempo, que me fez lembrar de grandes personagens femininos, tais como a Chiquinha Gonzaga, Anais Nin, George Sand, e tantas outras que marcaram época. Muito interessante você ter mostrado a dicotomia entre a mulher forte, senhora de si, decidida e eficiente administradora, e a mulher amorosamente frágil...
    No aguardo das próximas emoções...
    Bjs

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    1. Quem será esse anônimo?
      Pelo Pirandello... Acho que é o JRC... kkkk
      Amado, entra logado pra entrar nos comentaristas top, pleaaaase?
      No final vai ter uma surpresinha, viu? ;)
      Sobre a história: realmente, a Eduarda tem uma dicotomia muito forte, vc verá ainda mais em breve...
      Espero que continue gostando e seguindo as pistas, pois muitas revelações ainda virão! (eu nem gosto de suspense e mistério, né? kkkk)
      bjo muito mais que ultra hiper suuuuuuuuuper mega gigantesco!

      Excluir
  12. Diedra seus romances são mais que cativantes, possuem um encanto fascinante que atraem na leitura de cada palavra.
    Já a muitos romances encantada...estou contando os minutos para o próximo capítulo!

    Bjos
    Maryane

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    Respostas
    1. Maryane, sua linda!
      Obrigadíssima!!!
      Espero que continue gostando e comentando, viu? ;)
      bjo muito mais que mega ultra suuuuuuuuuper hiper gigantesco!

      Excluir
  13. Huuuummmm, essa Duda promete cm seu ar d mulher forte e oq dizer d Nora ainda um bixunhum encurado q vai aos pokos saindo d sua toca estou gostando muito desse enredo!!! :)

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    Respostas
    1. kkkkk
      Flavia Cristina, prevejo a Nora se soltando muito, viu? kkk
      E a Eduarda... Será mesmo tão forte quanto faz questão de aparentar ser?
      #veremos
      Espero que continue gostando!
      bjo muito mais que suuuuuuuuuper hiper ultra mega gigantesco!

      Excluir
  14. genial!!! "pode me chamar de heloísa"!! demais!!! e "o gilberto saiu..." aueuhae muito bom!!

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    Respostas
    1. kkkk
      Ah, Juliana Schmidt, como vc é má!
      kkkk
      Mulherada nem gosta da Eduarda, né? kkk
      Vamos ver a Nora, se resiste a tanto charme... ;)
      bjo suuuuuuuuuuper mega giga especial, linda!

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    2. hj tem capítulo 04, corre pra ler o três! kkk

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  15. Acho que estou vivendo uma fase onde a 'atenção' não é uma qualidade de percepção na minha vida. Estou praticamente há duas semanas entrando todos os dias no site para acompanhar o novos capítulos e nada. Hoje por acaso entrei novamente e encontrei atualizações no lado direito do blog. Acredito que minha falta de atenção aconteceu pq antes sempre era colocado no site principal os novos capítulos. Bom, como alguns males sempre vem para o bem, pelo menos agora tenho alguns capítulos para devorar de uma vez. rsrsrs
    Bom, sobre o capítulo 2 confesso que esse jeito da Nora me cativa cada vez mais. Já prevejo muitos embates dela com a Duda e esse futuro relacionamento tem tudo para ser explosivo. Aliás, essa tal de Lídia vai causar, tenho certeza. kkkkkk

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    Respostas
    1. Oi Ana Clara!
      Tudo bem, linda?
      Agora as postagens são 2as e 6as às 18h (horário de Brasília), ok?
      Mas vou postar o link dos capítulos no site principal tb, obrigada por me lembrar, viu?
      (acredita que eu tinha esquecido completamente de colocar lá? afe! kkkkk)
      Espero que continue acompanhando, comentando e... Gostando, claro! ;)
      bjo suuuuuuuuuper ultra mega hiper gigantesco!

      Excluir
  16. Di minha querida amiga, esse novo romance já veio com aquela expressão "chega, chegando!".
    Eduarda, Nora / Maria Lucia e essa Lídia, ai, ai!
    Veremos!
    Estava sem net, agora vou me atualizar dos capítulos postados...

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    Respostas
    1. kkkk
      "chega, chegando" é ótimo!
      adorei! kkkk
      Amiga queridaaaaaa!
      Espero que vc goste dos próximos capítulos!
      bjo hiper suuuuuuuuuper ultra mega gigantesco!

      Excluir
  17. Mais uma vez encantada, é muito bom quando temos algo de grande qualidade para ler, e seus textos são um primor.
    Parabéns, com toda certeza será outro sucesso.
    Beijo no seu coração. ❤

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    Respostas
    1. Nick, sua linda!
      Muito, mas muito obrigada mesmo, viu?
      bjo suuuuuuuuuuper ultra mega hiper especial no coração!

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